FORMATIVA

Clique aqui e vá para a página oficial do vendedor para adquirir ou conhecer melhor esse produto!!!

Tema:  A reorganização da Escola e do Espaço Pedagógico diante dos novos direitos civis e dos novos sujeitos sociais: Humanização e Cidadania.

 

Sinopse: O PNE (Plano Nacional de Educação), definido como a Lei 13.005/2014, produziu uma agenda e uma pauta para Educação Brasileira, projetada para uma década, com metas e estratégias claras e propositivas. Os pressupostos desta nova organização jurídica e curricular brasileira são articulados aos conceitos de “humanização“ e de “cidadania”. Trata-se de reconhecer a escola como um direito subjetivo e social e promover as transformações institucionais, curriculares e pedagógicas, para que a educação seja um processo de formação humana, ética e cultural, bem como um projeto de formação política e emancipatória. Qual seria o currículo e a política educacional que poderia garantir a todas as crianças e jovens a necessária inclusão e o necessário acolhimento na escola? Como organizar as jornadas escolares para garantir o acesso pleno de todas as crianças à escola e, ao mesmo tempo, produzir a qualidade social da permanência nesta instituição escolar? Debate-se, nesta conferência, a tradição excludente das matrizes históricas e pedagógicas vigentes na trajetória da organização escolar. Para o reconhecimento dos novos sujeitos sociais, a criança, a mulher, o índio, o negro, a pessoa deficiente, os idosos, a juventude, a igualdade de gênero, torna-se necessário que a sociedade civil, juntamente com o Estado, promovam uma escola solidária, sustentável, inclusiva e participativa.  

 

 

_____________________________________________________

Tema: As possibilidades do Professor e da Escola para lidar com a Inclusão.

Sinopse: Em uma escola aberta às diferenças qual seria a concepção de ensino e de aprendizagem compatível com o “modelo”social da inclusão que, além de acolher as diferenças de gênero, de raça e de etnia, acolhe também as diferenças de condições físicas e mentais, além das dificuldades de aprendizagem? Como pensar e atuar na Educação Inclusiva quando nossa sociedade prima pela eficiência em detrimento da deficiência? Estaríamos diante de uma impossibilidade? Já que considera-se que ser deficiente é não ser “capaz” e, portanto, de não ser “eficaz”? O que é “classificado” como deficiência? E o que entender por “dificuldades”? Esta Conferência visa ampliar o debate sobre as limitações e as possibilidades da atuação dos Educadores frente as práticas educativas inclusivas. Como contemplar a escuta e o olhar para além das deficiências e das dificuldades? Educar para e na diversidade requer começar e recomeçar uma conversa que possibilite um contar e recontar de diversas histórias, abrindo espaço para conversação onde a palavra entra em movimento e ressoa em ação. As limitações do Professor e da Escola para lidar com a Inclusão podem ser superadas e gerar possibilidades novas, desde que cada sujeito se implique em desorientar os discursos das certezas.

“ Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem… O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido”. Rubem Alves

 

_____________________________________________________

Tema: Metodologias para o desenvolvimento de Projetos Pedagógicos Culturais comprometidos com a constituição de Competências Profissionais.

 

Sinopse: A Educação requerida neste século tem alterado o foco do trabalho escolar, subordinando a atividade de ensino aos resultados de aprendizagem. Para tanto, é exigência fundamental orientar as atividades de ensino pelo compromisso com a mediação da efetiva aprendizagem, para promover o pleno desenvolvimento pessoal dos estudantes, objetivando seu preparo para a cidadania e sua qualificação para o mundo do trabalho. Essa orientação conduz os educadores à utilização intencional de novas metodologias de ensino, bem como diferentes estratégias e materiais de apoio às atividades pedagógicas, com a finalidade de desenvolver hábitos de colaboração, solidariedade e trabalho em equipe, no âmbito da comunidade escolar, em atividades diversificadas.

Os educadores devem aprender a lidar com a diversidade existente entre os estudantes, dela tirando proveito para suas aprendizagens pessoais e coletivas, bem como incentivar atividades de enriquecimento cultural dos mesmos, elaborando e executando projetos diversificados para desenvolver os conteúdos curriculares e constitui competências profissionais. Isto significa dizer que, ao aprender, os estudantes devem aprender a aprender, para continuar aprendendo ao longo da vida, num ambiente no qual a pessoa deve estar preparada para atuar num mundo do trabalho cada vem mais complexo e exigente.

A complexidade, como nos ensina Edgar Morin, é uma das grandes marcas deste século. Para enfrentar a dinâmica desse movimento de permanente e crescente de complexificação das relações sociais e produtivas, é essencial o desenvolvimento cognitivo e operativo de um conjunto de competências profissionais, em termos de construção de esquemas mentais para a mobilização, articulação e integração de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores, necessários para atuar com eficiência e eficácia em situações sociais e de trabalho, fazendo frente tanto a problemas rotineiros quanto inusitados.