Confissões de uma Produtora Cultural

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Conteúdo Programático

Produção: cadê o glamour?
O sonho da camisa preta
Produtor bom é produtor invisível
Confissão 1: me tornei produtora cultural por acidente
Confissão 2: nem sempre a gente sabe o que está fazendo
Confissão 3: bati com o carro do apoiador
Confissão 4: dormi no cenário do espetáculo
Confissão 5: perdi meu caderno de produção (e toda minha vida estava lá)
Confissão 6: coloquei fogo em um teatro
Confissão 7: menti para a polícia
Confissão 8: vi e ouvi histórias de fantasmas
Confissão 9: contei muito (muito!) dinheiro
Confissão 10: segurei um avião em solo
Confissão 11: dei maquiagem vencida para meu elenco
Confissão 12: recebi o público em um teatro infestado de baratas
Confissão 13: liguei para um apoiador para falar sobre maconha
Confissão 14: chorei ao ver uma menina cega e surda na minha plateia
Confissão 15: odiei todas as vezes em que levei meu elenco para a emergência de hospitais
Confissão 16: comi elementos de cena
Confissão 17: chorei de rir quando o cenário quebrou em cena
Confissão 18: vi uma pessoa entrando no meu quarto
Confissão 19: conheci lugares que jamais conheceria se não fosse minha profissão
Confissão 20: apartei brigas na coxia
Confissão 21: autorizei um assistente a arrombar uma lavanderia
Confissão 22: passei o pó de café duas vezes
Confissão 23: controlei atores em coquetéis
Confissão 24: fui para a delegacia com uma atriz
Confissão 25: liguei para uma mãe-de-santo no meio de uma peça
Confissão 26: briguei com o administrador de um teatro
Confissão 27: deixei minha casa virar um depósito
Confissão 28: abri uma empresa sem saber o que era empreender no setor cultural
Confissão 29: me emocionei e me emociono sempre que ensino alguém a produzir
Confissão 30: amei intensamente todos os trabalhos que fiz
A autora: Letícia Tórgo   

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